Nok e Wak

Vermelho e negro. Seria assim, em Kriol, o nome da obra de Standhal. Duvido que o kriol consiga servir para traduzir na integra a densidade psicológica das personagens deate romance fundador do realismo. Mas se em kriol não existam, talvez, onras literarias escritas, há uma poética na narrativa oral que da vivacidade ao discurso. TodosContinuar lendo “Nok e Wak”

Trânsitos guineneses

Viajar na Guiné e espstacular. Os 7place sao baratos, vao a todo o lado, embora tenhsm a particularidade guinenese, em que as coisas acontecem, quando tem que aconteceri. Lentamente. Os drivers sao simpáticos mas ao mesmo tempo loucos. Guiam sempre em frente e so param se houver obstáculo . No terra é assim mesmo. UmContinuar lendo “Trânsitos guineneses”

Mana Clea

Chegam de manhã cedo, naquele andar característico das gentes da Guiné. Balançando o corpo ao sabor da bris morna da manhã enovoada no Biombo. Falam alta e expressivamente. Em Kriol. O tom de voz é expressivo. Segue um padrão musical. Vou entendendo umas coisas aqui e outras acolá. Falam das Tabankas. Dos ASC, um jovemContinuar lendo “Mana Clea”

A picada do mosquito

A simples picada duma mosquita, duma estripe, vulgarmente chamada de plasmpdiun egiptae, pruduz febres , dores de cabeça, vômitos, calafrios. Ao fim da tarde, ou ao amanhecer o silencioso inseto ataca. Uma ferroada e zas. Umas larvas viajam pela corrente sanguínea, intalam se no fígado e la esta a sesão. Por vezes, instala se noContinuar lendo “A picada do mosquito”

Patrimónios e Herancas

Depois de 2 dias sem net com energia pela metade, regresso a Bissau. A cidade prepara-se para o carnaval. Saio do Bairro da Cooperação para um petisco no Bairro da Ajuda. No Frango Criollo juntam alguns residentes, para ao fim da tarde, conviveram à roda da mesa. Domingo ė dia de descanso semanal e asContinuar lendo “Patrimónios e Herancas”

Nô Papi – Homem Grande

O sr. Fernando e homem grande de Canchungo. O Régulo que regula o poder social. Autoridade tradicional, dispõe de um poder de influência e presuacao. Entra na sala dos Técnicos de Saude comunitária no hospital de Canchumgo, pronuncia breves palavras sobre o importância dos agentes de saude comunitária. Com.voz pausada, em tom suave, persuasivo, gesticulandoContinuar lendo “Nô Papi – Homem Grande”

A cobra e o professor

Avançava pela avenida central de Canchungo quando um pequena cobra desliza por entre os meus pés. Paro na dúvida do potencial risco. Ela medrosa, retira se veloz serpentando pela estrada. Nunca usei esta palavra com tanta propriedade. Ambos, eu e o réptil nos amedrontamos. Faz parte do jogo. Na duvida interrompemos os movimentos. O réptilContinuar lendo “A cobra e o professor”

Aprendizes de executivos

Dá me arrepoios a impreparção dos cooperantes (expatriados na nova nomenculatura) em territorios africanos. Questões tão simples como o valor da palavra e o exercício da escuta são pura e simplesmente ignorados, volorizando a ação de imposição da autoridade conferida pela distribuição de incentivos, como por aqui se chama ao pagamento de atividades dos locaisContinuar lendo “Aprendizes de executivos”

Luz e sombras

A questão da energia elétrica é um problema em África, sobretudo em meio urbano. As populações estão a concentrar se nas áreas urbanas. E algo se lógico. Aí há serviços, comercio, opourtunidades de negócio. Ja nao falo de equipamentos, escolares ou de saude, pois isso é necessidade que ainda está longe da maioria da população.Continuar lendo “Luz e sombras”