Alfred Taiake e A “ Resurgence” para decolonizar o pensamento

Resurgence

Proposta política decolonial para os póvos originais com base em:

Reclamar

Renomear

Reocupar

Taiaiake Alfred | Writers' Trust of CanadaTaiaiake Alfred nasceu em 1964 em Montreal em 1964 e foi criado no Território Mohawk de Kahnawake. É Professor de Governos indígenas e  Ciência Política na Universidade de Victoria. Especializou-se na área da governação tradicional, a na recuperação de práticas culturais baseadas na terra e estratégias de decolonização. Tem trabalho sobre as “primeiras nações” dos territórios da América do norte e escreveu vários livros entra os quais se destacam: Wasáse: Caminhos indígenas de ação e liberdade (University of Toronto Press, 2005), nomeado em 2010 como um dos livros mais influentes em Estudos Nativos pela Associação de Estudos Nativos Americanos e Indígenas; Peace, Power, Righteousness (Oxford University Press, 1999/2009); e Heeding the Voices of Our Ancestors (Oxford University Press, 1995).

O seu trabalho envolve a denuncia dos impactos das contaminações ambientais nas práticas culturais indígenas e promove o desenvolvimento de comunidades de recuperação cultural com base na reocupação, das terras tradicionais no âmbito da Teoria da “resusrgencia”

A sua teoria de “Ressurgência” tem por base três pontos de reivindicação indígena: Reclamar Renomear e Reocupar

Reclamar a posse dos territórios tradicionais e das suas culturas como forma de reaprender a herança indígena como processo de libertação do colonialismo procurando o “ressurgimento ou renascimento dum indaniedade baseada na ligação à terra. Issi implica renomear os territórios e as coisas para recuperar a ligação a si e aos lugares de origem e finalmente a reocupação dos lugares e objetos originais para restabelecer as ligações que foram rompidas colonialismo com a terra e com a cultura.

Referencias:

ZEMA, Ana Catarina; DRUMMOND, Clarisse; PATAXÓ, Keyla. Resurgence*: caminhos para descolonização no pensamento de Taiaiake Alfred. PerCursos, Florianópolis, v. 22, n.48, p. 04 – 30, jan./abr. 2021. (DOI: 10.5965/19847246224872021004) http://dx.doi.org/10.5965/1984724622482021004

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