Sica, conta-me mais

Fui ver Druk. Um autêntico retrato da sociedade hoje- dá para pensar tudo. Para me redimir fui logo a seguir ver Ontem, Hoje e Amanhã, magistral. Os dois filmes receberam o óscar de melhor filme estrangeiro, e são comédias. É o único que têm em comum. Separa-os 6 décadas e toda a história do séculoContinuar lendo “Sica, conta-me mais”

Vinho: Museologia e Globalização III

1.3 Cor e luminosidade A avaliação sensorial do vinho envolve a avaliação da sua aparência, aromas, sabor, sabor e textura ou sensação na boca do vinho usando os sentidos da visão, do olfato, do paladar e do tato. A perceção dos atributos sensoriais contribuídos pelos vários componentes do vinho – principalmente álcool, açúcares, ácidos, corContinuar lendo “Vinho: Museologia e Globalização III”

II – Nortada

Vento de Noroeste ou nortadas. Diz-se entre os habitantes do litoral estremenho, que “primeiro de agosto, primeiro de inverno!” Trata-se dum vento frio, que na costa ocidental da Península, sopra do Norte e Noroeste. Os cientistas justificam o vento como um exemplo da chamada Força de Coriolis, um experiencia que o pendulo de Foucault demonstra.Continuar lendo “II – Nortada”

Programação Cultural III: Entre festas ou alta cultura?

No último postal desta série “Programação Cultural” distinguimos, na evolução da profissionalização desta profissão, as suas origens eruditas e populares. Avançamos com a ideia que ao longo dos últimos anos do século XX, a profissão “consolida-se” e “democratiza-se”. Consolida-se porque se começa a autonomizar, e democratiza-se porque ultrapassa as suas limitações de profissão exclusiva deContinuar lendo “Programação Cultural III: Entre festas ou alta cultura?”

Pelas terras da Beira (sinais de Viriato e dos Lusitanos)

Fazia alguns anos que andava para rever Idanha-a-Velha. Talvez há mais de 30 anos que por lá não passava, incluindo as terras raianas de Monsanto. Nos idos de 90 lembro-me de ter assistido à criação do Projeto Aldeias Históricas de Portugal, de que Idanha fazia parte, juntamente com Monsanto e Sortelha. Sortelha era na alturaContinuar lendo “Pelas terras da Beira (sinais de Viriato e dos Lusitanos)”

O anjo Caído e as lições da história para um património decolonial

Num postal colocado na lista Museum o nosso colega Pedro Cardoso Pereira alerta para o processo de relevância no património. A sua tese, com a qual estamos de acordo, tem por base a ideia de que atualmente, aquilo a que chamamos Património (que na verdade é já pela sua complexidade patrimónios) sofreu uma mudança deContinuar lendo “O anjo Caído e as lições da história para um património decolonial”

XXVI – Museus de perguntas ou museus de estórias?

Ondem, dia 18 de Maio, foi o Dia Internacional dos Museus, em Portugal coincidente com a sua reabertura ao público. Em si é bom a reabertura deste tipo de equipamentos que são lugares de cultura. A cultura é um nutriente relevante de ser humano. Tão relevante como os alimentos que ingere, que são também elesContinuar lendo “XXVI – Museus de perguntas ou museus de estórias?”

XXV – Museus e Realidade (O Lugar de Portugal no Mundo IX)

Estarão os museus a ler a realidade do mundo. Isto é das sociedades onde se inserem, dos territórios onde se localizam, das comunidades de que fazem parte. Olhando por alto das várias iniciativas produzidas para este dia, no caso dos museus portugueses, encontramos um pouco de tudo. No catálogo da Pporto de Museus podemos terContinuar lendo “XXV – Museus e Realidade (O Lugar de Portugal no Mundo IX)”